Ao iniciar, iniciarei com uma mentira:
Certa vez me perguntaram porque eu escrevo,
pra quem escrevo, de que forma escrevo.
Nada é planejado, tudo é fugaz e feito na hora.
Como o ultimo verso foi uma mentira, iniciarei esse com
uma afirmação. Mas o verso já acabou. E agora o que faço
òh grande leitor? Perguntas sem repostas nos remetem a um
bom e sonoro refrão, daqueles que grudam na mente. Tentarei, portanto:
Escrevo porque me encanta,
escrevo porque me espanta,
escrevo porque amo,
escrevo porque tua causa.
Minha causa?Sim, amado leitor, sua causa. A cada linha escrita,
cada verso ensaiado e pensado, ou brotado, como queriam,
na minha mente vem a imagem de um coração quebrado sendo
integrado de - ∞ à + ∞ e resultando numa equaçao diferencial linear.
Mas quem é linear?A vida é linear?Eu?Voce?
Tudo é efemero, fugaz. Inclusive esse texto.
Essa tentativa frustante de metalinguistca está para acabar
e para que isso ocorra deixarei na tuas maos leitor o seu desfecho...
Metalinguistica?
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Bau Freitas
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