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Ode à lua

domingo, 17 de abril de 2011

Oh! Lua companheira inseparável dos corações dilacerados,
Inebria-me com sua luz advinda do Sol e dai-me
o sentimento que procuro.
Um sentimento de totalidade do meu ser,
um simples e breve momento de felicidade!

Mas falta alguma coisa...

Oh! Doce e amarga lua, embebida em sua dualidade excêntrica,,
como tudo na nossa breve existência, explica-me uma coisa:
Como pode tu ser tão reveladora, causadora de epifanias tantas,
e ao mesmo tempo, trazer tanta solidão e falta da pessoa próxima ao coraçao,
mas distante aos olhos e aos meus braços?!

Oh! Lua, tu junto com o Sol regula nossas marés.
Marés oceânicas, marés de sizígia, marés de quadratura ,
marés de azar, maré de amor, maré de nossas vidas,
maré de pensamentos, maré de epifanias, mares e marés...

Oh! Lua agora, por tua causa entendo tudo o que sinto ,
tudo o que pensei. Concluo que apenas necessitamos de ti,
somos desejosos por ti, olhamos para ti, pensamos em ti,
e dormimos ao som da luz do seu crepúsculo lunar.

Bau Freitas                  

1 Comentário:

janette disse...

A vida é contruida nos sonhos e concretizada no amor...te adoroo.Adorreeeeiii.

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